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SETOR · CNAE 82.30-0

Sistema para produtoras de eventos: ingresso, check-in e custo

Sistema de evento tem uma característica que nenhum outro desta lista tem: ele é julgado por um pico de trinta minutos. Durante meses nada acontece, e então mil pessoas chegam ao mesmo tempo na porta. Se o check-in travar nesse intervalo, o evento inteiro é lembrado pela fila — e não adianta o sistema ter funcionado bem nos três meses anteriores.

É por isso que a decisão técnica central aqui é o funcionamento offline. Local de evento costuma ter internet ruim justamente quando enche, porque todo mundo está usando a mesma rede. Check-in que depende de conexão no momento da validação é o desenho errado, por mais rápido que pareça no teste com dez pessoas.

O tamanho do setor no Brasil

22.544

empresas no país

0.4%

do total de empresas do Brasil

65.202

pessoas ocupadas

72%

concentrados em 5 estados

Onde estão as empresas do setor

Número de empresas por unidade da federação, das cinco maiores.

São Paulo
9.35741.5%
Rio de Janeiro
2.26410.0%
Minas Gerais
1.8998.4%
Rio Grande do Sul
1.4146.3%
Paraná
1.3666.1%

Fonte: IBGE — Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), ano de referência 2021 — atualizado em .

O que um sistema de produtora de eventos precisa ter

Onde o dinheiro vaza hoje

A sincronização entre portas é o detalhe que decide se o check-in offline funciona ou vira porta de entrada para fraude. Sem ela, o mesmo ingresso entra por duas portas diferentes e ninguém percebe até a contagem final não bater. O desenho correto valida offline e reconcilia entre os aparelhos assim que houver rede, sinalizando duplicidade em vez de ignorá-la.

Quanto custa um sistema desse porte

Faixa estimada para o escopo acima

R$ 36.000 a R$ 86.400

Composição da faixa de preço
App completo com backendR$ 25.000 a R$ 60.000
Escopo: 13 a 25 telasR$ 5.000 a R$ 12.000
Pagamento (Pix, cartão, assinatura, split)R$ 6.000 a R$ 14.400

Fonte: Modelo de precificação AndersDev — mercado freelancer BR — atualizado em .

Essa faixa parte do escopo típico do setor. Para ver como cada integração mexe no valor, veja o detalhamento desse tipo de projeto.

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Quatro campos. Eu respondo com o detalhamento do que entra em cada faixa desta página — sem compromisso e sem proposta genérica.

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Perguntas frequentes

Por que não usar uma plataforma pronta de ingressos?+

Para a maioria dos eventos, plataforma pronta é a escolha certa: sem custo fixo e sem risco técnico. Sistema próprio passa a fazer sentido quando a taxa por ingresso já pesa mais que o custo de manter o seu, quando a produtora tem calendário recorrente, ou quando a base de compradores é um ativo que você não quer deixar na mão de terceiro.

O check-in funciona sem internet no local?+

Precisa funcionar, e essa é a exigência que mais separa sistema bom de sistema ruim no setor. A lista é baixada antes da abertura, a validação acontece no aparelho e os aparelhos se reconciliam quando houver rede, apontando qualquer ingresso lido duas vezes.

Como funciona o repasse para produtores parceiros?+

Pela divisão automática no momento da venda, com o percentual de cada parte definido antes. Isso evita reter dinheiro de terceiro, que é atividade regulada, e elimina a conciliação manual pós-evento — que é onde os desentendimentos entre sócios de evento normalmente nascem.

Dá para evitar revenda e fraude de ingresso?+

Dá para reduzir bastante, com código único por ingresso, vínculo com o comprador e código dinâmico que muda perto do evento. Eliminar por completo não é realista, mas o conjunto dessas medidas torna a revenda difícil o suficiente para deixar de ser um problema de escala.

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